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Laetitea suspeita de censura no Facebook

Após algumas desavenças ininteligíveis (aparentemente resolvidas entretanto), impulsionadas em torno dos manifestos relacionados com publicações compartilhadas na conta pessoal da Laetitea no Facebook, a supressão de um determinado comentário terá levantado a suspeita de uma eventual censura por parte da realizadora (responsável pela cronologia). Pelo que achamos oportuno citar, na íntegra, o esclarecimento prestado e publicado por Laetitea sobre esta confusão:

(…) As minhas vindas ao Facebook ocorrem muito frequentemente a “passo de corrida”, e quando surgem faço os possíveis – e muitas vezes os impossíveis – para responder a todas as missivas que me são dirigidas, começando pelas mensagens particulares (privadas). Apesar do meu interesse no conteúdo exposto no mural, pressionada pela dita correspondência, admito não lhe atribuir tempo suficiente. O que é espantoso é que não me recordo do assunto e não é por falta de interesse. É possível que algumas mensagens tuas, como aliás as de muitos outros utilizadores igualmente prezáveis, passem despercebidas. Se for o caso renovo as minhas desculpas. Prometo mais atenção nesta matéria.
Quanto a comentários eventualmente censurados (por mim): eu tenho princípios muito claros quanto à liberdade de expressão/reação de cada um(a), seja onde for, e isso aplica-se também ao Facebook. A diversidade de ideias, de opiniões e muitos outros fatores que distinguem qualquer ser humano, só enriquece a humanidade, ajudando-a, inclusive, a encontrar o seu ponto de equilíbrio (e em muitos casos o “Ponto de Fuga”). Só não permito, nem admito ou tolero, aqui como em qualquer outro espaço suscetível de convívio, o recurso a linguagem brejeira e/ou que possa constranger o direito ao respeito (seja de quem for). Ora isso aqui não acontece porque – independentemente da via aberta para publicarem no meu mural – sei quem tenho na minha lista consagrada aos amigos ou relações e sei que nela posso confiar.” Laetitea

Tudo não terá passado de um mal-entendido entre o queixoso e o utilizador responsável pela partilha. Contudo, o recado ficou dado.

Laetitea no Facebook

Le cinéaste Manoel de Oliveira fête ses 104 ans aujourd’hui

Le cinéaste Manoel de Oliveira fête aujourd'hui ses 104 ans - LaetiteaNon, ce n’est pas du cinéma, le cinéaste le plus âgé (en activité) de toute l’histoire du cinéma fête aujourd’hui son 104ème anniversaire. Toujours aussi prolifique, le cinéaste centenaire portugais Manoel de Oliveira entame l’avenir à toute allure « Filmer est mon travail et ma passion, confiait-il cette année lors de son entretien avec le Figaro. Ma vie a passé trop vite et je n’ai pas de temps à perdre ». C’est-à-dire, l’embouteillage cinématographique portugaise semble ne lui poser aucun problème. Le cinéaste portugais, Manoel de Oliveira (Manoel Cândido Pinto de Oliveira), est né à Porto le 11 décembre 1908. Même si son œuvre, d’une radicale modernité, éclectique, parfois excentrique, à commencée en 1931 avec un documentaire à l’époque du cinéma muet avec « Douro, Faina Fluvial », c’est en 1942 que Manoel de Oliveira, saisi par la passion du 7ème art à l’âge de 18 ans, signe son premier long métrage, intitulé « Aniki Bóbó ».

Ce surprenant doyen du cinéma européen, entre 1942 e 2012, compte une bonne quarantaine de titres sur pellicule, depuis “Aniki Bóbó” jusqu’à “Gebo et l’ombre” (O gebo e a sombra, histoire tirée d’une pièce éponyme de l’auteur dramatique, son compatriote, Raul Brandao). Parmi ses nombreux films : Amour de perdition (Amor de Perdição, 1979), Le Couvent (O convento, 1995), Voyage au début du monde (Viagem ao Princípio do Mundo, 1997), Un film parlé (Um Filme Falado, 2003) et Christophe Colomb, l’énigme (Cristóvão Colombo – O Enigma, 2008), pour n’en citer que quelques-uns.

L’oeuvre du vénérable Manoel de Oliveira s’impose chaque année davantage comme celle d’un véritable auteur. Tous ses films contiennent la problématique néoréaliste oliveirienne à un degré ou à un autre, pourtant le problème de l’expression, du langage n’en est jamais évacué. L’impression de réalité ne me semble pas idéologique par elle-même. Or ce problème de la forme rejoint une volonté plus large de témoigner de certaines réalités jugées, selon les époques, malséantes et qu’un « outil » traditionnel ne peut appréhender avec justesse. Pour en savoir un peut plus sur l’un des réalisateurs importants issus du cinéma portugais, je vous invite à découvir la rétrospective intégrale qui vous est présentée à la Cinémathèque française, à l’occasion de la sortie de son tout dernier film.

Laetitea

Laetitea em direto na rede hi5

Numa interação que decorreu na passada quinta-feira (26 de outubro), das 22h00 e que se prolongou até perto da 01h00 manhã, não houve mãos a medir perante uma página que conta já com mais de 20 000 aderentes. Mas nem o volume dos interlocutores dissuadiu Laetitea de uns atribulados dedos de conversa.

“Os números não me assustam. Tentei responder a todos e fi-lo com muito gosto. Embora a minha disponibilidade não favoreça este tipo de iniciativa, entendo que quando se integra uma rede social, seja ela qual for, isso implica igualmente obrigações sociais cujo compromisso é proporcional à dimensão do respetivo círculo. As redes sociais merecem o meu respeito porque são um meio de aproximação e/ou de partilha e este tipo de ferramenta esboça, cada vez mais, para muita gente, uma oportunidade única. Existem pessoas empenhadas no bom funcionamento desses sites cujo desenvolvimento emana um trabalho brutal e complexo. Talvez motivada pelo trabalho de bastidores na minha atividade, costumo ter a noção das engrenagens geralmente ocultas aos olhos de quem se limita a utilizar ou desfrutar.

As redes sociais são um espaço voltado para o futuro onde é possível experimentar algumas tecnologias que, para muitos, fazem parte do quotidiano. Infelizmente eu não disponho de muita liberdade a consagrar ao universo online, mas, precisamente movida pelo respeito que eu lhes (redes sociais) atribuo, fiz questão de juntar o meu registo pessoal aos principais sites do género. É uma forma de lhes prestar homenagem. Por isso mesmo, apesar do meu afastamento ou distanciamento prolongado, essas pagínas são geridas (com o auxílio do pessoal escrupulosamente designado para o efeito) sob a minha vigilância. Periodicamente convoco “assembleias” onde tudo é examinado, com principal foco na segurança. Preocupo-me com a segurança das pessoas.

Quando se fala em redes sociais, tenho pena de não ser mais participativa. Tanto numas como noutras, trata-se de pessoas e quando se trabalha para as pessoas é suposto gostarmos delas!” Laetitea

Conta oficial de Laetitea na rede hi5

Por razões de segurança, os endereços das páginas e/ou contas oficiais de Laetitea nas redes sociais encontram-se devidamente listados na secção Links do site oficial www.laetitea.com

Mais Humor para 2013

Uma profunda revolução na programação televisiva parece estar iminente para os próximos tempos. Face à atual situação dos protugueses, certamente baseada em relatórios psicológicos, criadores de conteúdos parecem tomar posição:

“(…) Os (recentes) hábitos de comportamento do espectador impõem, a qualquer estação prevenida, uma programação adaptada ao novo modelo de vida…”

(…) Todavia, devido aos atuais percusores de realidade aumentada, algumas classificações, como o sensacionalismo, não beneficiam, nesta altura, nem as televisões nem as famílias, respetivamente. Se falarmos em depreciações, gastos de financiamento e impostos, totalizamos uma série de preceitos constrangedores. Suplantar tragédias – reais – elevadas, donde se solicita moderação, com recurso a conteúdos assentes em dramas ainda maiores não ajuda ninguém e pode acarretar efeitos sociais desastrosos. A solução passa pelo apelo à tolerância, ânimo e esperança. Mais do que nunca, os portugueses precisam de uma terapêutica intensiva à base de agentes positivos…”

(…) Portugal sofreu um sinistro transversal e o segmento televisivo necessita de uma assistência saudável. As Televisões precisam regozijar-se de espectadores, não de pacientes!

Laetitea

Mais Humor para 2013 - Laetitea on BloggerLaetitea - A Televisão em 2013

E porque se trata de uma altura onde a esperança, a solidariedade e a união representam, para Portugal, o único folgo vitalizante, compete às Televisões regenerar as correntes de (re)oxigenação positiva. No futuro próximo, é mais do que provável que surjam novas apostas sustentadas pelo Humor e que outras já existentes venham a beneficiar de um tónico humorístico adicional. A taxa acrescida deverá rondar veementemente os 20 pontos porcentuais em 2013 e 2014. ” Laetitea

Dissecando uma conjuntura geralmente oculta para o grande público, esta publicação revela com minúcia a atual situação das operadoras televisivas (portuguesas), bem como fornece alguns dados suplementares sobre o formato dos conteúdos considerados prioritários para os próximos anos. Saiba tudo em www.laetitea.info (blog oficial)

A televisão do futuro

A Televisão em 2013 e no futuroA convergência do telefone, da TV e das redes de dados promete transformar a caixa que mudou o mundo. Algumas tendências começam a desenhar-se. É isso que nos revela Laetitea, na introdução do seu recente artigo:

“(…) Obedecendo à extração conclusiva dos diversos tópicos debatidos num colóquio, na passada semana em Paris, o protagonismo do aparelho receptor pode levá-lo a converter-se no centro de todas as comunicações do lar. Nele, segundo alguns cálculos, coincidirão os interesses, as projeções e os cataclismos de nada menos do que cinco indústrias: o negócio televisivo em si, as telecomunicações, a informática, a electrónica de consumo e finalmente a Internet. De facto, o aparelho que antes apenas servia para receber sons e imagens agora é a peça central de todo o tipo de estudos e, consequentemente, de operações, desde a educação interactiva até ao controlo das emoções, passando, incontornavelmente, pela cibernavegação ou videoconferência.” Laetitea

A aplicação da realidade virtual à emissão televisiva ainda é um sonho difícil de concretizar. Algumas companhias especializadas nesta área têm vindo a fazer experiências. A digitalização dos formatos afeta também as empresas de comunicação. As novas emissoras deverão incorporar profissionais capazes de usar as novas tecnologias. Uma ligeira abordagem foi incluída, sob forma de introdução, no recente post de Laetitea. Saiba mais em A Televisão em 2013 (blog oficial de Laetitea)

Mais de três mil pais vítimas de violência doméstica

De acordo com o noticiado pela TVI24 a 8 de agosto de 2012, entre 2004 e 2011 a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) registou 3380 processos de pais vítimas de crimes de violência doméstica por parte dos filhos em ambiente doméstico. Dados oficiais revelam que o número de casos duplicou nos últimos anos. Um terço desses agressores têm entre 18 e 35 anos.

Laetitea - artigo relacionado com Violência doméstica

Esta notícia foi comentada no próprio dia por Laetitea via Facebook:

“É importante, ver crucial, que se altere esta situação, consequência típica da desordem nos valores (morais e sociais) que nunca deveriam ter sido menosprezados e/ou tratados de forma leviana. A sociedade atual tem vindo a subvalorizar as propriedades consagradas à família. A violência e o desprezo lideram as consequências dessa desunião. Em nome de determinados interesses, temos vindo a fraturar o convívio entre pais e filhos e isto é fragilizar os processos naturais que unem a maioria dos seres vivos. Reatar as famílias é a única maneira de inverter esta lamentável “prática” e outras, tais como o abandono de familiares (encarados como fardo) nas unidades hospitalares em épocas de férias. O efeito desse desequilíbrio é já visível junto da comunidade escolar. O bullying é um indício claro disso mesmo. Independentemente da ação, ou reação, com recurso a leis repressivas, a tomada de medidas, urgentes, na verdadeira causa deste problema, isto é, na fórmula como são ordenados os valores sociais, morais e humanos desde a infância, é a única via possível capaz de regenerar as condições saudáveis de uma sociedade considerada evoluída. Trata-se de um processo construtivo ao qual estamos todo(a)s, nós adulto(a)s, envolvido(a)s e do qual dependemos todo(a)s. É certo que as leis atuais requerem também elas uma revisão menos hipócrita. Não obstante, é importante, essencial até por questões de orientação para a humanidade, que os atributos nobres da moralidade prevaleçam, em detrimento dos interesses – mesquinhas, fúteis e perniciosos – atualmente muito em voga. Estamos todo(a)s implicado(a)s e comprometido(a)s nessa tarefa desde o berço da criança.
Resumindo, é praticamente impossível exigir ou esperar de uma criança, de um jovem ou mesmo de um outro adulto, o reconhecimento ou o troco de uma moeda que não conhece.” Laetitea

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