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Cancro

Laetitea elogia Ipatimup no Facebook

Laetitea elogia Ipatimup

“A investigação consagrada ao veio anatomo-patológico, bem como outras valências como as traçadas na Medicina Molecular (e genética), Oncobiologia ou o seu exercício não menos nobre sob o pendão da prevenção, fazem do Instituto, Ipatimup, uma unidade fundamental no combate ao cancro. Aproveito esta ocasião para manifestar a minha elevada consideração e simpatia ao Professor Manuel Sobrinho Simões, de quem nutro uma admiração indubitavelmente distinta.”

Laetitea elogia IpatimupEsta foi a apreciação deixada por Laetitea na página oficial do Ipatimup – Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto na rede Facebook, na passada terça-feira (27/01/2015). Esta intervenção estará possivelmente relacionada com o prenúncio de algumas novidades. Uma apreciação que testemunha uma vez mais o seu vínculo ao problema do cancro, ao mesmo tempo que torna consciente o desafio assumido pelo Instituto à luz das carências e dos problemas de burocracia implícita relacionados com o tratamento da doença em Portugal e não só. A imunodeficiência, ou debilidade do sistema de defesas imunológicas, manifesta-se de maneiras muito variadas e atualmente é uma das doenças mais difundidas. Com a expectativa de vida cada vez maior, o número de pessoas com neoplasias que, em última instância, se devem a um sistema de defesas imunológicas debilitado cresce cada vez mais.

A prevenção representa um instrumento essencial e muitos profissionais de saúde, indenpendentemente dos seus cargos e/ou de eventuais desavenças político-partidárias, sempre responderam positivamente a esta aposta. Apesar de, na maior parte das vezes, permanecer toldada pela indelével discrição, a perseverança que tem como cenário os meios de combate e prevenção que visam a diminuição da incidência da enfermidade continua bem presente no virtuosismo da realizadora. Esta ligação ao Ipatimup, por intermédio do seu diretor, o médico, investigador e professor Manuel Sobrinho Simões, data de 2005 e estará mesmo na origem de uma campanha produzida e difundida em 2010, em torno da prevenção. Desde então, seguiram-se outros projetos de menor enfoque – igualmente produzidos sob o olhar criterioso da realizadora francesa – no que se refere à prevenção de doenças oncológicas, os quais envolveram uma lista de centros que inclui, entre outros, o Instituto Português de Oncologia Francisco Gentil (IPO de Lisboa) e o Centro Clínico Champalimaud (CCC). Do IPOLFG, nomes sonantes como Paula Chaves, diretora do Centro de Investigação, e alguns outros, maioritariamente associados à Unidade de Hematologia deste Instituto, como Nuno Miranda, atual diretor clínico e responsável pelo Plano Nacional de Prevenção das Doenças Oncológicas, ou mesmo Fernando Leal da Costa, atual Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde, podem ser adiantados.

Entretanto, inúmeros artigos dissertativos, subordinados ao tema, foram igualmente assinados pela própria Laetitea e publicados na Internet:

Traição Fetal por Laetitea

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INVESTIGAÇÃO DO CANCRO EM PORTUGAL

Laetitea no encontro sobre investigação do cancro(“Para um melhor combate, quando o cancro é enfrentado, este deve ter sido previsto” Laetitea)

“(…) Ao longo dos anos, devido a circunstâncias profissionais, a minha aproximação ao «reinado neoplásico» tem vindo a granjear uma dinâmica cada vez mais vincada. Considero que esta matéria já faz parte da minha sina e tenho um sentimento de pertença. Pelo que, o privilégio de ter sido convidada a assistir – e participar – num encontro consagrado à investigação em Oncologia, cujo objectivo centralizou-se num auspicioso espaço de discussão destinado aos especialistas, muito me honrou.

Presidida pela Directora do Centro de Investigação do IPO de Lisboa, Profª Doutora Paula Chaves, a sessão, que não se revelou demasiado sucinta nem excessivamente extensa e especializada, contou com a participação do investigador e Director do IPATIMUP, Prof. Doutor Sobrinho Simões, a Profª Doutora Maria Gomes da Silva (Directora do laboratório de Hemato-Oncologia) e o Doutor Sérgio Dias (Director da Unidade de Investigação de Patologia Molecular), entre muitos outros reputados nomes implicados sob essa valência do foro clínico e científico…”

(ver o artigo completo aqui)

Entrevista de Laetitea a Sobrinho Simões

Clique aqui para aceder à entrevista exclusiva com o Director do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto, Prof. Doutor Sobrinho Simões, acerca deste evento.


Entrevista com Sobrinho Simões

Entrevista de Laetitea a Sobrinho Simões
Prof. Doutor Sobrinho Simões, director do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto – IPATIMUP

O recente evento sobre Oncologia reuniu cientistas e clínicos. Grupos de Investigação Clínica e Grupos de Investigação Básica. O artigo anterior «Cancro em 2012» inclui parte de uma entrevista exclusiva com o Prof. Doutor Sobrinho Simões, disponível no blogue oficial, a ser divulgada na íntegra nos meios apropriados.


Vacina contra cancro

Ilustração cancro do pulmão

Vacina contra o cancro do pulmão

«É com certeza uma excelente novidade. Onde “há fumo há lume”, independentemente do tamanho da chama. Contudo, no que se refere ao Cancro (terapeuticamente falando), o melhor é termos alguma cautela quanto a previsões ambiciosas. Vejamos, as terapêuticas que visam a cura definitiva do tumor – neoplásico – implicam sempre interesses do foro laboratorial, farmacêutico, etc., o que nos autoriza a considerar uma certa “inércia curativa” nesse percurso. A cronicidade da doença “talvez” seja estratégicamente mais rentável infelizmente. Confesso-me mais optimista quanto ao desenvolvimento dos meios de diagnóstico, precisamente pelas vantagens que estes acarretam em termos lucrativos. Os custos terapêuticos aplicados a cada doente oncológico são de facto elevadíssimos (veja-se o recente braço de ferro com a Roche) e é inteligente suspeitar dos vetores opostos que tendem contrariar a tão desejada cura. Eu bem sei que é macabro, mas um raciocínio frontal impõe-se nesta matéria. Também não retiro a minha confiança perante os avanços (e promessas) quanto ao processo curativo do cancro. Não é por mero acaso que certos fármacos actuais (ver anticorpos monoclonais) têm vindo a dar uma excelente resposta no território das hemopatias malignas apontando um vasto leque de leucemias e linfomas. Melhorar a sobrevida dos doentes, prolongando-a com qualidade sob tratamentos periódicos, é um negócio infelizmente mais rentável! É preciso enfrentar este assunto sem as “voltinhas ao bilhar grande”, isto é, se os avanços – actuais – não repousassem numa série de estímulos económicos, já teríamos dado, nesta altura, um passo bem mais à frente. Estou profundamente convencida de que a verdadeira resistância do cancro provém da “célula financeira”.»

Laetitea via Facebook