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Política

Laetitea apresenta Na Praxe dos Anjos

«Na Praxe dos Anjos» é o título do mais recente post da realizadora/produtora, no seu blogue. Decorrente da conhecida tragédia no Meco, desta feita trata-se de uma profunda análise composta por uma série de questões relacionadas com o Ensino Superior, destacando a sua importância no mercado de trabalho e não só. Talvez como forma de compensar os leitores (e apreciadores) pela ausência prolongada, a publicação conta ainda com um cartaz extraído de um videoclip gravado no passado mês de março. O projeto, rodado em Portugal (produzido e realizado pela autora do artigo, como seria de esperar), cuja estética, muito própria, privilegia – ou problematiza – uma leitura no tempo, consegue a proeza de retratar, em alguns minutos, um lugar simultaneamente geográfico e psicológico.

Independentemente da tecnologia utilizada (vídeo ou película), sabemos que da meia centena de trabalhos – pessoais – já realizados, até à data, nenhum foi ainda disponibilizado ao público (na Web). A liberalização desse material voltou à ordem do dia. Neste contexto, é previsível que, mais tarde ou mais cedo, apareçam. Todavia, dada a frequente proximidade dos conteúdos pessoais (a serem expostos na Internet) com os profissionais, tendo sempre presente os princípios e/ou a metodologia da realizadora, a robustez do silêncio (e da sua blindagem protetora) é praticamente absoluta. Tudo leva crer que, à semelhança do que sucede no resto, não há como evitar o fator surpresa.

«Na Praxe dos Anjos» ‘uma reflexão’, e algo mais, com a assinatura da Laetitea.

Na Praxe dos Anjos (by Laetitea)

Laetitea e os investidores estrangeiros

Laetitea e os investidores estrangeiros em Paris

Por ocasião do seminário promovido pela Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa, no qual participaram mais de 60 investidores estrangeiros oriundos dos países da CPLP, decorrido em finais de 2013 e da recente série de encontros – igualmente destinados à captação de investimento estrangeiro – realizada ao longo do mês de janeiro em Paris, Laetitea, presente em todos os eventos, analisou a presente situação económica, quer a nível internacional, quer a nível da realidade portuguesa, bem como os seus efeitos para o setor audiovisual. No entender de Laetitea, conforme previsões publicadas em diversos posts no seu blog, há alguns sinais de recuperação, mas que a situação económica, quer na Europa, quer em Portugal, ainda é muito frágil. Laetitea defendeu que há uma espécie de fio da navalha que a economia nacional tem de percorrer para conseguir sair da atual situação «Mais do que convencer a Troika, o importante é apostar honestamente na qualidade e convencer os mercados. Acresce que Portugal têm de abandonar velhos hábitos e ganhar novos». Aconselhou por isso a atenuar a austeridade em ordem a evitar danos para a economia. «A recessão económica mundial teve um impacto esmagador sobre diversos sectores, um efeito que até hoje perdura em vários países, Portugal incluído. A maior bandeira desta reforma é recuperar a confiança no mercado. Todavia, neste momento os investidores estão muito descapitalizados; ainda assim, talvez não tenham ido tão longe quanto poderiam ter ido…» confessou recentemente através de um comentário no mural do Facebook de um membro do Governo. Sublinhou ainda a forma como são promovidos os valores nacionais e dos seus efeitos para a ambicionada recuperação.

A 6 de janeiro deste ano, num evento decorrido nas instalações do projeto Telenima, Laetitea, aparentemente influenciada pela antevisão dos encontros agendados em França (dos quais destacamos a participação do MEDEF – Mouvement des Entreprises de France), revelou-se esperançosa quanto ao futuro do investimento português havendo boas perspetivas face ao panorama atual. Parece haver entusiasmo num espaço de reflexão e debate a propósito das oportunidades de internacionalização nos mercados e, para além da confiança firmada com os investidores franceses e empresas da diáspora, na ligação ao Oriente, nomeadamente, China e Macau. Calcula-se uma promissora fileira de oportunidades a explorar por empresas e organismos públicos. Algumas impressões emitidas por Laetitea foram publicadas no blog da empresa Telenima.


Laetitea suspeita de censura no Facebook

Após algumas desavenças ininteligíveis (aparentemente resolvidas entretanto), impulsionadas em torno dos manifestos relacionados com publicações compartilhadas na conta pessoal da Laetitea no Facebook, a supressão de um determinado comentário terá levantado a suspeita de uma eventual censura por parte da realizadora (responsável pela cronologia). Pelo que achamos oportuno citar, na íntegra, o esclarecimento prestado e publicado por Laetitea sobre esta confusão:

(…) As minhas vindas ao Facebook ocorrem muito frequentemente a “passo de corrida”, e quando surgem faço os possíveis – e muitas vezes os impossíveis – para responder a todas as missivas que me são dirigidas, começando pelas mensagens particulares (privadas). Apesar do meu interesse no conteúdo exposto no mural, pressionada pela dita correspondência, admito não lhe atribuir tempo suficiente. O que é espantoso é que não me recordo do assunto e não é por falta de interesse. É possível que algumas mensagens tuas, como aliás as de muitos outros utilizadores igualmente prezáveis, passem despercebidas. Se for o caso renovo as minhas desculpas. Prometo mais atenção nesta matéria.
Quanto a comentários eventualmente censurados (por mim): eu tenho princípios muito claros quanto à liberdade de expressão/reação de cada um(a), seja onde for, e isso aplica-se também ao Facebook. A diversidade de ideias, de opiniões e muitos outros fatores que distinguem qualquer ser humano, só enriquece a humanidade, ajudando-a, inclusive, a encontrar o seu ponto de equilíbrio (e em muitos casos o “Ponto de Fuga”). Só não permito, nem admito ou tolero, aqui como em qualquer outro espaço suscetível de convívio, o recurso a linguagem brejeira e/ou que possa constranger o direito ao respeito (seja de quem for). Ora isso aqui não acontece porque – independentemente da via aberta para publicarem no meu mural – sei quem tenho na minha lista consagrada aos amigos ou relações e sei que nela posso confiar.” Laetitea

Tudo não terá passado de um mal-entendido entre o queixoso e o utilizador responsável pela partilha. Contudo, o recado ficou dado.

Laetitea no Facebook


Mais Humor para 2013

Uma profunda revolução na programação televisiva parece estar iminente para os próximos tempos. Face à atual situação dos protugueses, certamente baseada em relatórios psicológicos, criadores de conteúdos parecem tomar posição:

“(…) Os (recentes) hábitos de comportamento do espectador impõem, a qualquer estação prevenida, uma programação adaptada ao novo modelo de vida…”

(…) Todavia, devido aos atuais percusores de realidade aumentada, algumas classificações, como o sensacionalismo, não beneficiam, nesta altura, nem as televisões nem as famílias, respetivamente. Se falarmos em depreciações, gastos de financiamento e impostos, totalizamos uma série de preceitos constrangedores. Suplantar tragédias – reais – elevadas, donde se solicita moderação, com recurso a conteúdos assentes em dramas ainda maiores não ajuda ninguém e pode acarretar efeitos sociais desastrosos. A solução passa pelo apelo à tolerância, ânimo e esperança. Mais do que nunca, os portugueses precisam de uma terapêutica intensiva à base de agentes positivos…”

(…) Portugal sofreu um sinistro transversal e o segmento televisivo necessita de uma assistência saudável. As Televisões precisam regozijar-se de espectadores, não de pacientes!

Laetitea

Mais Humor para 2013 - Laetitea on BloggerLaetitea - A Televisão em 2013

E porque se trata de uma altura onde a esperança, a solidariedade e a união representam, para Portugal, o único folgo vitalizante, compete às Televisões regenerar as correntes de (re)oxigenação positiva. No futuro próximo, é mais do que provável que surjam novas apostas sustentadas pelo Humor e que outras já existentes venham a beneficiar de um tónico humorístico adicional. A taxa acrescida deverá rondar veementemente os 20 pontos porcentuais em 2013 e 2014. ” Laetitea

Dissecando uma conjuntura geralmente oculta para o grande público, esta publicação revela com minúcia a atual situação das operadoras televisivas (portuguesas), bem como fornece alguns dados suplementares sobre o formato dos conteúdos considerados prioritários para os próximos anos. Saiba tudo em www.laetitea.info (blog oficial)


Privatização da RTP

Privatização da RTP por LaetiteaA RTP é parte do património dos portugueses e como tal privatizá-la significa deserdá-los (Laetitea) 

O Estado representa e gere quem, sob forma democrática, o elegeu. Relativamente, ele vê-se no dever de preservar os valores fundamentais com vista a garantir um serviço público precisamente alicerçado nessas condições e a RTP simboliza isso mesmo. A Rádio e Televisão de Portugal – RTP – tem uma missão fundamentalmente exclusiva nos campos da informação e da difusão cultural. Compete ao Governo, consciente desta realidade e tendo presente a evolução previsível para o sector – audiovisual – na sequência da televisão à iniciativa privada, assegurar, proteger, desenvolver e/ou revitalizar os interesses públicos que representa a RTP.
Importa ainda realçar que, ao contrário de um serviço público prestado, bem ou mal, por iniciativa própria dos canais privados, um canal público vê-se na obrigação de o garantir. Ora, acresce que privar os portugueses de uma ferramenta enquadrada nesse tipo de obrigatoriedade, é submeter os cidadãos aos riscos e efeitos prejudiciais normalmente acarretados por privatizações mal conduzidas ou mesmo tendenciosas.
Esta privatização implica manusear (e desabilitar) ferramentas e mecanismos essenciais ao estado de direito. Qualquer imprudência ou precipitação irá impreterivelmente fracturar a prossecução de valores que não podem ser confundidos nem associados a estratégias do foro económico ou economicista.
Pior do que um povo pobre é um povo pobre e desprotegido! De facto este assunto reclama uma ponderação exigente!

Laetitea

Esta foi a reação e declaração de Laetitea na página pessoal – Facebook – do eurodeputado e vice-presidente do CDS-PP, Nuno Melo, na sequência do seu apelo à ponderação no caso RTP “Miguel Relvas diz muita coisa, mas a privatização da RTP tem de ser ponderada” publicado no jornal ‘i’ .

Foto RTP por Laetitea

Laetitea via Facebook


VÍCIOS FM

VÍCIOS FM por Laetitea


A relação entre as editoras e as rádios nacionais nunca foi muito saudável, existindo críticas severas ao comportamento das rádios de maior audiência em relação à música editada por cá e ao facto de os critérios das estações ou das ensombradas playlists das mesmas não serem nem transparentes, nem lógicos. Vejamos:


T
odas as editoras são unânimes em proclamar a necessidade de estabelecer regras entre rádios e editoras. Muitas rádios, por o seu lado, levantam a questão dos investimentos publicitários por parte das editoras. A situação económica da industria discográfica não é de grande conforto, pois embora possua um património de crescimento razoável, este não apresenta a desejável rentabilidade, revelando a existência de ineficiências e níveis de tributação que se julgam insatisfatórios. Todavia, as editoras consideram que para «investimentos» no sector radiofónico basta fornecer os habituais CDs de promoção, quando este último reclama uma outra aplicação de capitais nomeadamente em publicidade tradicional. Aliás, essa é uma crítica apontada de forma generalizada às editoras portuguesas: “as editoras não fazem publicidade” e ponto final. Mas, por o seu lado, as rádios continuam a arvorar bem alto a sua independência de critérios e, sobretudo no caso de algumas rádios nacionais, instâncias meramente comerciais.

Trata-se de mais um ciclo viciado no osciloscópio do mercado. Difícil de entender é certo, mas vejamos com calma: assistimos a uma transição entre a rádio com horários e programas que obedecem exclusivamente aos critérios (e disposição) dos seus autores, para uma sequência orientada tematicamente por critérios definidos para suas audiências. Mas que critérios são esses? Para além de existir raciocínio incompreensível, será possível não haver interesses individuais e/ou simplesmente uma vontade ditatorial sobre a programação nesses formatos «temáticos» ?!

Na prática, em Portugal as rádios – como as televisões – precisam das editoras, tal como se verifica a mesma fórmula no sentido inverso. É inaceitável que num país, como indústria discográfica cada vez mais lançada para o mercado internacional consoante minhas entusiasmadas convicções, existam conflitos desta natureza. Sobretudo quando as editoras continuam a precisar de incentivos para editar ainda (bastante) mais produto nacional e rádios nacionais a refutar irascivelmente o exercício das leis que obrigam à emissão de um mínimo de música em português. Leis essas, actualizadas com alguma frequência (…), justas e, para quem entende desta matéria, facilmente concretizáveis. É pena que, neste caso, tal como nas cotas de produção europeia em canais de televisão, o Estado português continue igualmente pouco viril no seu papel de fiscalizador, esvaziando e ridicularizando, cada vez mais, as suas próprias algaraviadas políticas ou fazendo tábua rasa do empobrecimento do seu espólio cultural (ver blogs anteriores abordando o tema).

Conforme atestam alguns dirigentes da produção musical, pôr a tocar aquilo que se faz por cá tende a ser tarefa de surdos “as rádios não dificultam, bloqueiam simplesmente a via!”. Basta consultarmos a Music Control na França, Itália ou vizinha Espanha, entres as 20 ou 30 primeiras faixas tocadas nas emissoras, apenas algumas não são nacionais. Em Portugal o lema continua com o passo trocado e dá-se precisamente a mesma regra, mas no sentido contrário. Passo a exemplificar o fenómeno: ainda «catraia» a saltitar entre França e Portugal, já assistente neste «bordado» do audiovisual por outros motivos, acompanhei de muito perto todas as «malhas» de preparação num dos prestigiados projectos boys band. O rigor da estratégia com que foram seleccionados os colaboradores, desde músicos, produtores (áudio e vídeo), realizadores (TV), direcção de moda, designers gráficos, road manager (espectáculos), etc.. marcou-me profundamente. Um investimento agressivo e incalculável. Quem aparece no palco e/ou o que se vê na tela (ou ecrã) encapuza a fúria dos bastidores, isso já eu sabia. Mas os conflitos de interesses, que nunca deveriam ser tolerados, revelaram (me) a verdadeira brutalidade do market share. Uma época infernal para o(a)s profissionais, na qual o único armamento eficaz resultou de uma excelente formação (continuada) profissional aliada a um «potenciómetro neurológico» de aço. Grandes administradores como o Rudi Steenhuisen (na altura director de marketing na sequência da saída de Rodrigo Marim), habituado ao procedimento holandês, ao enfrentar forte resistência contra a Polygram, depressa se viram minados numa viperina acção de boicote ditada pela industria portuguesa (rádio e televisão).
Outro episódio, que disparou – nivelou – ferozmente a minha evolução, em que o responsável pelo management dos Wonderland, em plena época de promoção da banda, pergunta a uma rádio (que não cito por razões óbvias) qual o motivo para não tocar o single de lançamento, ao que a emissora alegou única e exclusivamente conflitos com a direcção (Mercury) e consequentemente não passar nada da Universal (então ainda Polygram). Um mero exemplo sobre o handicap com que se negoceia Arte (em geral) em Portugal. Em televisão, naquela altura, num canal pelo qual tenho um profundo respeito, não só por ter feito parte da minha formação, mas porque é uma televisão com meios de produção condignos e que igualmente possui mérito no seu trabalho, acabou prejudicado vítima de uma empresa de licenciamento de repertórios viciados. Nesse mesmo ano o caso «Santa Claus» paradoxou outro infeliz episódio.


Lição conclusiva:

Investir em televisão, ou rádio neste caso, é uma ciência de evolução diária. Nesta indústria não há poeira mágica que cegue o público. Se, com a sórdida conflituosidade ente rádio e editora a asfixiar a divulgação, o mercado não facultar o material procurado, há muitos elogios, mas não há compra. O auditório português deu provas que sabe ouvir (e ver), tratá-lo com respeito é o único charme capaz de o conquistar. Pode ser em idioma «estranhês», se o produto assentar nos parâmetros artísticos da plateia, vende. Oriundos das diversas elites sociais, muitos foram os que alvejaram e vaticinaram a performance do expositor “música ligeira” cantada em português para portugueses. Atingidos pelo fulgor platinado que lhes saiu pela culatra, uma boa parcela desses conceituados atiradores não teve outra solução senão vergar os seus empáfios preconceitos para aparecer na mesma prateleira. O caso é demasiado óbvio e as apresentações inúteis. A música cantada em português prossegue pela mesma fileira, só que desta vez a concorrência habituada a golpes baixos já não arrisca «tiros no pé». Quando se faz rádio ou televisão e se quer andar na «boca do povo», vai-se com ele à missa. Não é preciso meditar muito à sombra do chaparro para decifrar soluções elementares refrescantes. A época batoteira já lá vai. O mercado tem vindo a galgar os cercados manhosos, principalmente pela agilidade tendencial com que gerações regressivas da emigração tripulam a descida ao «poço da vergonha» dos nativos, afim de devolver à luz do dia lusitano a cintilação do brio paterno. Veja-se a recente «recauchutagem» do fado. Nesta indústria não há dois pesos duas medidas. Portugal atravessa um conceito novo no âmbito da sua afirmação produtiva. Felizmente, actualmente em televisão ou rádio, «sacar o tapete do vizinho» (regra muito comum de quem não sai da «cepa torta» e cuja sabedoria única nunca teve outra habilidade senão para o fracasso) deixou de atrapalhar as ambições qualitativas. O rodapé não é obstáculo quando se pretende alcançar o tecto.É uma simples questão de tempo. Hoje, apesar dos meus ínfimos oito anos de experiência, tenho o privilégio, o orgulho e a honra de pertencer a um núcleo remetido a uma metodologia exemplar quer nas propostas, inovação, rigor e consequentemente nos créditos obtidos.

Fala-se muito em meros “modelos taxativos” em televisão, por parte dos desentendidos nesta matéria, mas em termos de projectos musicais, que é o cerne deste artigo, o processo não foge à regra: um bom projecto, aqui refiro-me a uma proposta capaz de recensear uma operação séria e é sempre útil sublinhar que nesta indústria a facturação inicial raramente obedece a plafonts situados abaixo da centena de milhares de Euros, acarreta sempre princípios contabilísticos (de prudência) e por isso mesmo requer medidas “sérias” que garantam o seu espaço na radiodifusão. É a única fórmula capaz de proporcionar ao público o acesso à obra.
Nesta questão assumo uma posição extremamente inflexível: seja ele rotulado de “música fácil” quando agrada ao povo e/ou denominado de “música educadora” para satisfazer determinadas minorias, todo o projecto assinado com qualidade acaba por sortir efeito.

Em Rádio como em Televisão, privar a audiência – ou assistência – da qualidade, em nome de alguns caprichos pessoais, é endividar-se perante o futuro, travando o processo giratório do nosso globo cultural.

 
Laetitea