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França

Laetitea e os investidores estrangeiros

Laetitea e os investidores estrangeiros em Paris

Por ocasião do seminário promovido pela Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa, no qual participaram mais de 60 investidores estrangeiros oriundos dos países da CPLP, decorrido em finais de 2013 e da recente série de encontros – igualmente destinados à captação de investimento estrangeiro – realizada ao longo do mês de janeiro em Paris, Laetitea, presente em todos os eventos, analisou a presente situação económica, quer a nível internacional, quer a nível da realidade portuguesa, bem como os seus efeitos para o setor audiovisual. No entender de Laetitea, conforme previsões publicadas em diversos posts no seu blog, há alguns sinais de recuperação, mas que a situação económica, quer na Europa, quer em Portugal, ainda é muito frágil. Laetitea defendeu que há uma espécie de fio da navalha que a economia nacional tem de percorrer para conseguir sair da atual situação «Mais do que convencer a Troika, o importante é apostar honestamente na qualidade e convencer os mercados. Acresce que Portugal têm de abandonar velhos hábitos e ganhar novos». Aconselhou por isso a atenuar a austeridade em ordem a evitar danos para a economia. «A recessão económica mundial teve um impacto esmagador sobre diversos sectores, um efeito que até hoje perdura em vários países, Portugal incluído. A maior bandeira desta reforma é recuperar a confiança no mercado. Todavia, neste momento os investidores estão muito descapitalizados; ainda assim, talvez não tenham ido tão longe quanto poderiam ter ido…» confessou recentemente através de um comentário no mural do Facebook de um membro do Governo. Sublinhou ainda a forma como são promovidos os valores nacionais e dos seus efeitos para a ambicionada recuperação.

A 6 de janeiro deste ano, num evento decorrido nas instalações do projeto Telenima, Laetitea, aparentemente influenciada pela antevisão dos encontros agendados em França (dos quais destacamos a participação do MEDEF – Mouvement des Entreprises de France), revelou-se esperançosa quanto ao futuro do investimento português havendo boas perspetivas face ao panorama atual. Parece haver entusiasmo num espaço de reflexão e debate a propósito das oportunidades de internacionalização nos mercados e, para além da confiança firmada com os investidores franceses e empresas da diáspora, na ligação ao Oriente, nomeadamente, China e Macau. Calcula-se uma promissora fileira de oportunidades a explorar por empresas e organismos públicos. Algumas impressões emitidas por Laetitea foram publicadas no blog da empresa Telenima.


Boas Férias 2013

Boas Férias - Laetitea

Na passada semana, foi publicado no blogue oficial um artigo ‘PORTUGAL 2013’ (em francês) dirigido aos leitores franceses, uma vez que a mesma reuniu algumas respostas – aparentemente acumuladas – relacionadas com o turismo em Portugal. É muito provável que o interesse, nessa matéria, se prenda aos desenvolvimentos recentes no âmbito profissional, isto é, fora da plataforma virtual. Contudo, em conformidade com a fotografia ilustrativa, os votos de ‘boas férias’ estão destinados ao círculo de leitores franceses e portugueses. Boas Férias - Laetitea

Com os agradecimentos pela preferência

BOAS FÉRIAS!


Le cinéaste Manoel de Oliveira fête ses 104 ans aujourd’hui

Le cinéaste Manoel de Oliveira fête aujourd'hui ses 104 ans - LaetiteaNon, ce n’est pas du cinéma, le cinéaste le plus âgé (en activité) de toute l’histoire du cinéma fête aujourd’hui son 104ème anniversaire. Toujours aussi prolifique, le cinéaste centenaire portugais Manoel de Oliveira entame l’avenir à toute allure « Filmer est mon travail et ma passion, confiait-il cette année lors de son entretien avec le Figaro. Ma vie a passé trop vite et je n’ai pas de temps à perdre ». C’est-à-dire, l’embouteillage cinématographique portugaise semble ne lui poser aucun problème. Le cinéaste portugais, Manoel de Oliveira (Manoel Cândido Pinto de Oliveira), est né à Porto le 11 décembre 1908. Même si son œuvre, d’une radicale modernité, éclectique, parfois excentrique, à commencée en 1931 avec un documentaire à l’époque du cinéma muet avec « Douro, Faina Fluvial », c’est en 1942 que Manoel de Oliveira, saisi par la passion du 7ème art à l’âge de 18 ans, signe son premier long métrage, intitulé « Aniki Bóbó ».

Ce surprenant doyen du cinéma européen, entre 1942 e 2012, compte une bonne quarantaine de titres sur pellicule, depuis “Aniki Bóbó” jusqu’à “Gebo et l’ombre” (O gebo e a sombra, histoire tirée d’une pièce éponyme de l’auteur dramatique, son compatriote, Raul Brandao). Parmi ses nombreux films : Amour de perdition (Amor de Perdição, 1979), Le Couvent (O convento, 1995), Voyage au début du monde (Viagem ao Princípio do Mundo, 1997), Un film parlé (Um Filme Falado, 2003) et Christophe Colomb, l’énigme (Cristóvão Colombo – O Enigma, 2008), pour n’en citer que quelques-uns.

L’oeuvre du vénérable Manoel de Oliveira s’impose chaque année davantage comme celle d’un véritable auteur. Tous ses films contiennent la problématique néoréaliste oliveirienne à un degré ou à un autre, pourtant le problème de l’expression, du langage n’en est jamais évacué. L’impression de réalité ne me semble pas idéologique par elle-même. Or ce problème de la forme rejoint une volonté plus large de témoigner de certaines réalités jugées, selon les époques, malséantes et qu’un « outil » traditionnel ne peut appréhender avec justesse. Pour en savoir un peut plus sur l’un des réalisateurs importants issus du cinéma portugais, je vous invite à découvir la rétrospective intégrale qui vous est présentée à la Cinémathèque française, à l’occasion de la sortie de son tout dernier film.

Laetitea


SUPERSISTIBLE

Apresentação de Supersistible

SUPERSISTIBLE - gravações(imagens da gravação do tema Supersistible. Laetitea dá igualmente voz ao projeto)

“Finalmente, esta semana acabei de gravar um pequeno projecto musical – pessoal – que se arrastava há meses por falta de tempo. Não é nada de profissional nem estão previstas “essências” comerciais neste entusiasmo, apesar do envolvimento de músicos consagrados nas nossas mais elevadas craveiras artísticas. Será apresentado, ainda este Verão, aqui em Lisboa e no Porto. Até lá vai estar disponível no meu site e no iTunes” Laetitea via hi5 a 11 de maio

Conforme vagamente anunciado por Laetitea nas redes sociais, sabe-se agora que este trabalho “Supersistible” vai ser apresentado em Saint-Dizier (França), Porto e finalmente em Lisboa. Desta feita, dá a conhecer um trabalho que reúne três temas, dos quais uma remistura de outro projeto datado de 2009 já divulgado em 2010 (Esposende). Segundo a autora, compositora, produtora e agora também intérprete “Supersistible expressa uma falsa fachada de boa conduta”. Assinado como um “hobbie musical”, a génese creativa e a qualidade deste trabalho intimista proporcionam um melhor conhecimento do misterioso universo multifacetado de Laetitea. 

 Este trabalho parece assinalar igualmente o regresso de Laetitea ao blogue…

“(…) como fiz questão de realçar na minha publicação “VÍCIOS FM“, a música sempre me foi muito próxima e encaro-a apenas como um enérgico refúgio, embora atualmente não lhe possa conceder senão escassas ocasiões (quando o rei faz anos). A Internet é outro refúgio por exemplo. Desenvolver consistência nos projetos que abraço quando me recolho, apesar de uma eventual partilha, não significa querer negociá-los. Quando se pretende rendimento, a criação baseia-se noutros critérios, a sua análise e desenvolvimento focam as fragilidades dos compradores enquanto são aguçados os atributos da compra. Dificilmente negoceio aquilo que me sai da alma quando o resto adormece. Até porque nem sequer sou profissional. Ter musicalmente meia dúzia de trabalhos – também eles muito pessoais, apesar do aparatoso envolvimento – produzidos não me confere qualquer apresentação séria. É uma questão de respeito pelo exercício dessa profissão. Do mesmo modo, ter um blog e salpicá-lo de um punhado de artigos não faz de mim uma bloguista…”

“Aos 33 anos, sei que me falta fazer muita coisa que me realiza como profissional e como pessoa, por isso mesmo não me dou ao luxo tempos mortos ou entregues a inutilidades. A minha atividade forçou-me a constatar que a vida é uma viagem única sempre muito curta para quem chega ao destino. Um roteiro preenchido revelou-se essencial. É sempre muito difícil testemunhar que para muitos este passeio é acidentalmente curto, enquanto outros limitam-se a marcar passo nas mais variadas mediocridades. Longa ou curta, a vida não admite inércias.”

Post compelo em ww.laetitea.info


Outras publicações de Laetitea relacionadas com música: VÍCIOS FM ; CONCURSOS ONLINE