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Laetitea suspeita de censura no Facebook

Após algumas desavenças ininteligíveis (aparentemente resolvidas entretanto), impulsionadas em torno dos manifestos relacionados com publicações compartilhadas na conta pessoal da Laetitea no Facebook, a supressão de um determinado comentário terá levantado a suspeita de uma eventual censura por parte da realizadora (responsável pela cronologia). Pelo que achamos oportuno citar, na íntegra, o esclarecimento prestado e publicado por Laetitea sobre esta confusão:

(…) As minhas vindas ao Facebook ocorrem muito frequentemente a “passo de corrida”, e quando surgem faço os possíveis – e muitas vezes os impossíveis – para responder a todas as missivas que me são dirigidas, começando pelas mensagens particulares (privadas). Apesar do meu interesse no conteúdo exposto no mural, pressionada pela dita correspondência, admito não lhe atribuir tempo suficiente. O que é espantoso é que não me recordo do assunto e não é por falta de interesse. É possível que algumas mensagens tuas, como aliás as de muitos outros utilizadores igualmente prezáveis, passem despercebidas. Se for o caso renovo as minhas desculpas. Prometo mais atenção nesta matéria.
Quanto a comentários eventualmente censurados (por mim): eu tenho princípios muito claros quanto à liberdade de expressão/reação de cada um(a), seja onde for, e isso aplica-se também ao Facebook. A diversidade de ideias, de opiniões e muitos outros fatores que distinguem qualquer ser humano, só enriquece a humanidade, ajudando-a, inclusive, a encontrar o seu ponto de equilíbrio (e em muitos casos o “Ponto de Fuga”). Só não permito, nem admito ou tolero, aqui como em qualquer outro espaço suscetível de convívio, o recurso a linguagem brejeira e/ou que possa constranger o direito ao respeito (seja de quem for). Ora isso aqui não acontece porque – independentemente da via aberta para publicarem no meu mural – sei quem tenho na minha lista consagrada aos amigos ou relações e sei que nela posso confiar.” Laetitea

Tudo não terá passado de um mal-entendido entre o queixoso e o utilizador responsável pela partilha. Contudo, o recado ficou dado.

Laetitea no Facebook

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Mais de três mil pais vítimas de violência doméstica

De acordo com o noticiado pela TVI24 a 8 de agosto de 2012, entre 2004 e 2011 a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) registou 3380 processos de pais vítimas de crimes de violência doméstica por parte dos filhos em ambiente doméstico. Dados oficiais revelam que o número de casos duplicou nos últimos anos. Um terço desses agressores têm entre 18 e 35 anos.

Laetitea - artigo relacionado com Violência doméstica

Esta notícia foi comentada no próprio dia por Laetitea via Facebook:

“É importante, ver crucial, que se altere esta situação, consequência típica da desordem nos valores (morais e sociais) que nunca deveriam ter sido menosprezados e/ou tratados de forma leviana. A sociedade atual tem vindo a subvalorizar as propriedades consagradas à família. A violência e o desprezo lideram as consequências dessa desunião. Em nome de determinados interesses, temos vindo a fraturar o convívio entre pais e filhos e isto é fragilizar os processos naturais que unem a maioria dos seres vivos. Reatar as famílias é a única maneira de inverter esta lamentável “prática” e outras, tais como o abandono de familiares (encarados como fardo) nas unidades hospitalares em épocas de férias. O efeito desse desequilíbrio é já visível junto da comunidade escolar. O bullying é um indício claro disso mesmo. Independentemente da ação, ou reação, com recurso a leis repressivas, a tomada de medidas, urgentes, na verdadeira causa deste problema, isto é, na fórmula como são ordenados os valores sociais, morais e humanos desde a infância, é a única via possível capaz de regenerar as condições saudáveis de uma sociedade considerada evoluída. Trata-se de um processo construtivo ao qual estamos todo(a)s, nós adulto(a)s, envolvido(a)s e do qual dependemos todo(a)s. É certo que as leis atuais requerem também elas uma revisão menos hipócrita. Não obstante, é importante, essencial até por questões de orientação para a humanidade, que os atributos nobres da moralidade prevaleçam, em detrimento dos interesses – mesquinhas, fúteis e perniciosos – atualmente muito em voga. Estamos todo(a)s implicado(a)s e comprometido(a)s nessa tarefa desde o berço da criança.
Resumindo, é praticamente impossível exigir ou esperar de uma criança, de um jovem ou mesmo de um outro adulto, o reconhecimento ou o troco de uma moeda que não conhece.” Laetitea