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Privatização da RTP

Privatização da RTP por LaetiteaA RTP é parte do património dos portugueses e como tal privatizá-la significa deserdá-los (Laetitea) 

O Estado representa e gere quem, sob forma democrática, o elegeu. Relativamente, ele vê-se no dever de preservar os valores fundamentais com vista a garantir um serviço público precisamente alicerçado nessas condições e a RTP simboliza isso mesmo. A Rádio e Televisão de Portugal – RTP – tem uma missão fundamentalmente exclusiva nos campos da informação e da difusão cultural. Compete ao Governo, consciente desta realidade e tendo presente a evolução previsível para o sector – audiovisual – na sequência da televisão à iniciativa privada, assegurar, proteger, desenvolver e/ou revitalizar os interesses públicos que representa a RTP.
Importa ainda realçar que, ao contrário de um serviço público prestado, bem ou mal, por iniciativa própria dos canais privados, um canal público vê-se na obrigação de o garantir. Ora, acresce que privar os portugueses de uma ferramenta enquadrada nesse tipo de obrigatoriedade, é submeter os cidadãos aos riscos e efeitos prejudiciais normalmente acarretados por privatizações mal conduzidas ou mesmo tendenciosas.
Esta privatização implica manusear (e desabilitar) ferramentas e mecanismos essenciais ao estado de direito. Qualquer imprudência ou precipitação irá impreterivelmente fracturar a prossecução de valores que não podem ser confundidos nem associados a estratégias do foro económico ou economicista.
Pior do que um povo pobre é um povo pobre e desprotegido! De facto este assunto reclama uma ponderação exigente!

Laetitea

Esta foi a reação e declaração de Laetitea na página pessoal – Facebook – do eurodeputado e vice-presidente do CDS-PP, Nuno Melo, na sequência do seu apelo à ponderação no caso RTP “Miguel Relvas diz muita coisa, mas a privatização da RTP tem de ser ponderada” publicado no jornal ‘i’ .

Foto RTP por Laetitea

Laetitea via Facebook

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